Before i die...
segunda-feira, 25 de junho de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
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"A minha tv não se conteve
Atrevida passou a ter vida
Olhando pra mim.
Atrevida passou a ter vida
Olhando pra mim.
Assistindo a todos os meus segredos,
minhas parcerias, dúvidas, medos,
Minha tv não obedece."
minhas parcerias, dúvidas, medos,
Minha tv não obedece."
- Teatro Mágico.
Você é nervoso e a programação lhe traz calma. A tevê ensina a fazer comida, a que não tem o que comer e a se vestir, a quem nem roupa tem. Te jogam uma comédia irônica que te faz rir, se ao menos percebesse que ris de si mesmo , se ao menos você percebesse que em quanto assistem programas de dicas para saúde e higiene, um moleque sujo e cheio de "problemas imunológicos", com fungos corroendo o seu organismo,enquanto suas bactérias sem ajuda de antibióticos tentam desesperadamente matá-las, a míngua implora por uns trocados, jogado em meio a sujeira produzida pelos mesmos audientes do programa de higiene.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
O Resto do Mundo.
O meu sonho é morar numa favela
Eu me chamo de excluído como alguém me chamou
Mas pode me chamar do que quiser seu doutor
Eu não tenho nome
Eu não tenho identidade
Eu não tenho nem certeza se eu sou gente de verdade
Eu não tenho nada
(...)
Eu posso não ter nome, mas o estômago tá lá
Por isso eu tenho que ser cara-de-pau
Ou eu peço dinheiro ou fico aqui passando mal
Tenho que me rebaixar a esse ponto porque a necessidade é maior do que a moral
Eu sou sujo eu sou feio eu sou anti-social
Eu não posso aparecer na foto do cartão postal
Porque pro rico e pro turista eu sou poluição
Sei que sou um brasileiro
Mas eu não sou cidadão
(...)
Eu queria morar numa favela
Eu queria morar numa favela
Eu queria morar numa favela
O meu sonho é morar numa favela
A minha vida é um pesadelo e eu não consigo acordar
E eu não tenho perspectivas de sair do lugar
A minha sina é suportar viver abaixo do chão
E ser um resto solitário esquecido na multidão
Por isso eu tenho que ser cara-de-pau
Ou eu peço dinheiro ou fico aqui passando mal
Tenho que me rebaixar a esse ponto porque a necessidade é maior do que a moral
Eu sou sujo eu sou feio eu sou anti-social
Eu não posso aparecer na foto do cartão postal
Porque pro rico e pro turista eu sou poluição
Sei que sou um brasileiro
Mas eu não sou cidadão
(...)
Eu queria morar numa favela
Eu queria morar numa favela
Eu queria morar numa favela
O meu sonho é morar numa favela
A minha vida é um pesadelo e eu não consigo acordar
E eu não tenho perspectivas de sair do lugar
A minha sina é suportar viver abaixo do chão
E ser um resto solitário esquecido na multidão
(...)
Frustração
É o resumo do meu ser
Eu sou filho da miséria e o meu castigo é viver
Eu vejo gente nascendo com a vida ganha e eu não tenho uma chance
Deus, me diga por quê?
Eu sei que a maioria do Brasil é pobre
Mas eu não chego a ser pobre eu sou podre!
Um fracassado
Mas não fui eu que fracassei
Porque eu não pude tentar
Então que culpa eu terei
Quando eu me revoltar quebrar queimar matar
Não tenho nada a perder
Meu dia vai chegar
Será que vai chagar?
Mas por enquanto
É o resumo do meu ser
Eu sou filho da miséria e o meu castigo é viver
Eu vejo gente nascendo com a vida ganha e eu não tenho uma chance
Deus, me diga por quê?
Eu sei que a maioria do Brasil é pobre
Mas eu não chego a ser pobre eu sou podre!
Um fracassado
Mas não fui eu que fracassei
Porque eu não pude tentar
Então que culpa eu terei
Quando eu me revoltar quebrar queimar matar
Não tenho nada a perder
Meu dia vai chegar
Será que vai chagar?
Mas por enquanto
Eu sou o resto
O resto do mundo
Eu sou mendigo um indigente um indigesto um vagabundo
Eu sou o resto do mundo
Eu não sou ninguém
Eu não sou nada
Eu não sou gente
Eu sou o resto do mundo
Eu sou mendigo um indigente um indigesto um vagabundo
Eu sou o resto
Eu não sou ninguém
O resto do mundo
Eu sou mendigo um indigente um indigesto um vagabundo
Eu sou o resto do mundo
Eu não sou ninguém
Eu não sou nada
Eu não sou gente
Eu sou o resto do mundo
Eu sou mendigo um indigente um indigesto um vagabundo
Eu sou o resto
Eu não sou ninguém
Gabriel, O Pensador.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Nós vivemos em um país com preços abusivos, A saúde pública é uma calamidade , não podemos ao menos sair na rua sem sermos assaltados e o que nós fazemos para mudar isso?
Na Argentina está "batendo panelas" há meses pelos problemas econômicos , na Líbia esse ano houve uma das maiores manifestações do mundo e nós o que fazemos? E Eu o que faço?
M.Adahil.
Na Argentina está "batendo panelas" há meses pelos problemas econômicos , na Líbia esse ano houve uma das maiores manifestações do mundo e nós o que fazemos? E Eu o que faço?
M.Adahil.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
A Punk never die.
Um Punk nunca morre, pois um punk mesmo com um terno e calça de tecido fino, uma maleta na mão, trabalhando em um escritório arrumando papéis, mesmo assim , se houver na sua cabeça ideais revolucionários, ideais de mudanças , pensamentos que um dia farão a diferença nessa sociedade capitalista e burra que mesmo não querendo ele participa , se ele quiser abrir os olhos desses seres humanos controlados por esta mesma sociedade , por essa mídia ridícula que lhe empurram mentiras , ele é sim é um punk.
M.Adahil.
M.Adahil.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Eu queri saber ...
Quando as pessoas aceitaram que até mesmo para morrer é preciso pagar.
- M. Adahil.
- M. Adahil.
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